O princípio parece tão simples, como uma peça de quebra cabeça que precisa de um desenho específico para se encaixar na outra. Não que para relações amorosas exista a “peça” perfeita, ou a alma gêmea. Mas algo que, simplesmente, se encaixe. Já bem dizia meu pai “Um peixe e um pássaro podem se amar, mas onde construirão seu lar?”. Para o desespero dos que acreditam que os opostos se atraem, essa verdade cada vez me parece mais aceitável. E rende reflexões que me acalmam e justificam muitas coisas de meu passado amoroso.
Ele pode gostar mais de preto e eu mais de branco. Ele pode amar bife de fígado e eu odiar. Ele pode gostar de dias de sol escaldante e eu de dias de vento no inverno. Mas ele não pode colocar o apego com seus bens antes do apego com a nossa relação. Ele não pode não valorizar a família, ser mesquinho ou descartar sentimentos de sua vida facilmente. Ele não pode não encarar seus erros, não dar o braço a torcer, não querer crescer. Porque o contrário de tudo isso são mais do que simples características minhas. São meus valores.
E a gente tenta encaixar coisas que não se encaixam. Tentamos persistir em ilusões, sonhos que montamos, sem enxergar que a incompatibilidade sempre foi gritante. Adaptar em uma relação? Sim, com certeza, mas o que se pode adaptar? Nada que mude nossa essência, que nos deixe de acreditar em nossas vontades e sonhos. Nada que nos faça mudar, ser menos românticos, cobrar menos atenção, deixar de lado, nós mesmos. É nessa hora que o que devia somar começa a diminuir...e o afastamento se torna a única via a ser encarada.
Valores vêm de berço, os construímos através de nossas experiências, de cada passo em falso, de cada lágrima que lapidou nossa personalidade. Mas também de coisas inexplicáveis. A nossa fé, a maneira que tratamos as pessoas, a necessidade de mais ou menos individualidade, o perfil aventureiro ou caseiro... Por isso que o autoconhecimento é o precedente de uma relação verdadeira e saudável. Bingo!
Ele pode gostar mais de preto e eu mais de branco. Ele pode amar bife de fígado e eu odiar. Ele pode gostar de dias de sol escaldante e eu de dias de vento no inverno. Mas ele não pode colocar o apego com seus bens antes do apego com a nossa relação. Ele não pode não valorizar a família, ser mesquinho ou descartar sentimentos de sua vida facilmente. Ele não pode não encarar seus erros, não dar o braço a torcer, não querer crescer. Porque o contrário de tudo isso são mais do que simples características minhas. São meus valores.
E a gente tenta encaixar coisas que não se encaixam. Tentamos persistir em ilusões, sonhos que montamos, sem enxergar que a incompatibilidade sempre foi gritante. Adaptar em uma relação? Sim, com certeza, mas o que se pode adaptar? Nada que mude nossa essência, que nos deixe de acreditar em nossas vontades e sonhos. Nada que nos faça mudar, ser menos românticos, cobrar menos atenção, deixar de lado, nós mesmos. É nessa hora que o que devia somar começa a diminuir...e o afastamento se torna a única via a ser encarada.
Valores vêm de berço, os construímos através de nossas experiências, de cada passo em falso, de cada lágrima que lapidou nossa personalidade. Mas também de coisas inexplicáveis. A nossa fé, a maneira que tratamos as pessoas, a necessidade de mais ou menos individualidade, o perfil aventureiro ou caseiro... Por isso que o autoconhecimento é o precedente de uma relação verdadeira e saudável. Bingo!
E viva o discurso.. lindo!
ResponderExcluirtudo isso eu já sei amiga, juro que sei... mas por que na prática é tudo mais complicado hein???
beijos mils
Pra variar, ótimo o texto.
ResponderExcluirADOOOOORO!
E é bem nessa... sagitarianas falam, falam, e é tudo lindo e perfeitinho que chega a doer.. e na prática? O terrorrrrrrrrrrrrrrr!
Beijos!
hahahaha
ResponderExcluiré meninas...colocando na prática ou não, é como eu sempre digo "pelo menos rende um bom texto"!
Lindo texto amiga, como sempre! Bjs
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